RP 2.0 não é diferencial, é necessidade, realidade. Trabalhar com análise das mídias digitais e redes sociais, suas potencialidades e fraquezas, são pontos-chave para conseguir mensurar resultados efetivos no trabalho de construção/afirmação de marca no mercado.
Não me refiro aqui em "passar para meu filho dar uma olhada" na fanpage da marca no Facebook, ou atualizar o Twitter. Falo de profissionais e empresas que trabalham com isso, estudam métricas para atingir resultados, conceitos, ferramentas e demais processos que culminam no resultado buscado.
Fácil criar um perfil. Qualquer pessoa que tenha mínima noção da construção em redes sociais consegue. O fato é que estar na rede, não significa efetivamente ser notado. E é aqui que o "filho que criou a minha página" vai se perder. Apelar para ''CURTA/COMPARTILHE'', ''dê RT'', ''mim segue que eu te sigo''.
E é aqui também que sua reputação vai unfollow abaixo.
Análises de perfis, gráficos que apontem tendências, públicos-alvo e linguagem correta, são coisas que profissionais fazem.
Profissionais.
Um conglomerado, sim nessas proporções, de atitudes que afunilam até chegar no ponto querido. Empresas estão cada vez menos interessadas em atingir a todos. Elas querem atingir você, target amado. Consciência que vem sendo cultuada, firmada e reafirmada a cada momento. Hoje, já não temos tempo para errar por falta de crédito nas redes. Pessoas acreditam muito mais em outros usuários que em publicidade cara nos meios massivos.
Quem já está nesse meio, tende à aperfeiçoar suas ferramentas.Quem ainda (como não!?) está, venha logo.
E é pra ontem.
E o link levou...
domingo, 8 de julho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Parar
Um clique. Saí de Platão, acabei na Guerra Fria mas não deixei de passar pelo resumo da novela de hoje.
Fácil, não?
Sociedade de convivência torta. De conivência chula. De sapiência exacerbada. Todos sabem tudo, sem admitir que na realidade, sabem tudo de nada, e... está na hora de parar.
Parar e pensar.
Parar apenas, sem pensar. Abrir espaço pra dúvida.
A dúvida...
Hora de retomar a maiêutica.
Mais que na hora de pensar em pensar.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Sobre minha embugadisse e um pouco de estratégia
"Bah, esse almoço tava muito bom. Tô embugada."
"Tá o quê???"
E pronto. Foi o suficiente pra desenrolar-se uma gigantesca discussão acerca do termo.
Embugar-se: do meu dicionário, significa comer pra caramba, encher o pandulho, ficar cheia. Sim, sinônimos grosseiros, mas são os que melhor se encaixam.
O corretor aqui, enquanto digito, insiste em dizer que a palavra embugada deve estar errada. Ela está sublinhada de vermelho.
Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado.
Chupa essa, Chrome.
Enfim, regionalismos são regionalismos. Meu embugado para um paulista, jamais terá a mesma força que se dito para um conterrâneo. A força de algumas palavras simplesmente não existem, quando direcionadas para um público que não está apto a recebê-las.
Mesma coisa que pedir o 8x7 pra Dona Gimenez.
Nós, como comunicadores, devemos atentar para esse "detalhes" que,via de regra, são o sucesso ou a desgraça de uma ação comunicacional eficaz.
Análise de públicos, compreensão do que é buscado por eles, o vínculo nas relações organização-colaborador / organização-imprensa / organização-sociedade deve ser forte, para sustentar estratégias.
E deixar todos, sociedade e organização, embugados de satisfação.
"Tá o quê???"
E pronto. Foi o suficiente pra desenrolar-se uma gigantesca discussão acerca do termo.
Embugar-se: do meu dicionário, significa comer pra caramba, encher o pandulho, ficar cheia. Sim, sinônimos grosseiros, mas são os que melhor se encaixam.
O corretor aqui, enquanto digito, insiste em dizer que a palavra embugada deve estar errada. Ela está sublinhada de vermelho.
Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado. Embugado.
Chupa essa, Chrome.
Enfim, regionalismos são regionalismos. Meu embugado para um paulista, jamais terá a mesma força que se dito para um conterrâneo. A força de algumas palavras simplesmente não existem, quando direcionadas para um público que não está apto a recebê-las.
Mesma coisa que pedir o 8x7 pra Dona Gimenez.
Nós, como comunicadores, devemos atentar para esse "detalhes" que,via de regra, são o sucesso ou a desgraça de uma ação comunicacional eficaz.
Análise de públicos, compreensão do que é buscado por eles, o vínculo nas relações organização-colaborador / organização-imprensa / organização-sociedade deve ser forte, para sustentar estratégias.
E deixar todos, sociedade e organização, embugados de satisfação.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
E o link...
...levou...
Levou uma clicada, e desapareceu. Muito fácil. Mudei de ideia. Eu não sabia, mas ansiava mudar. E também, é que estava ali tão perto... a novela e a matéria sobre anti-matéria estavam na mesma página, aí na hora de escolher cliquei errado e... sabe, né?
Desapareceu, reapareceu transformado, e nesse movimento retilíneo... não é que o coitado PUF, sumiu de novo?
Mas reapareceu.
Muita facilidade de alcançar tudo ao mesmo tempo, mas sem fixar em nada. Muita facilidade de encontrar informação, desinformação, debates e fóruns com gente reclamando do tópico criado no qual eles mesmos estão comentando(?). Muita facilidade pra desistir de uma linha de raciocínio e começar outra, do nada. De repente.
Repente... que coisa mais linda né não? Uma arte. Sim, uma arte. Bonito ver a criação surgir... de repente.
Do que estávamos falando, mesmo?
Sim, claro: muita facilidade.
Levou uma clicada, e desapareceu. Muito fácil. Mudei de ideia. Eu não sabia, mas ansiava mudar. E também, é que estava ali tão perto... a novela e a matéria sobre anti-matéria estavam na mesma página, aí na hora de escolher cliquei errado e... sabe, né?
Desapareceu, reapareceu transformado, e nesse movimento retilíneo... não é que o coitado PUF, sumiu de novo?
Mas reapareceu.
Muita facilidade de alcançar tudo ao mesmo tempo, mas sem fixar em nada. Muita facilidade de encontrar informação, desinformação, debates e fóruns com gente reclamando do tópico criado no qual eles mesmos estão comentando(?). Muita facilidade pra desistir de uma linha de raciocínio e começar outra, do nada. De repente.
Repente... que coisa mais linda né não? Uma arte. Sim, uma arte. Bonito ver a criação surgir... de repente.
Do que estávamos falando, mesmo?
Sim, claro: muita facilidade.
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